segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Meia Noite

Meia Noite, bem aqui uma história é toda ela escrita da mesma maneira, com um inicio aonde as personagens vão-se conhecendo, sendo doces, simpáticas, queridas e até amorosas uma para a outra, meia noite de 9 de Abril, num grupo em Vila Franca lá atiram bolo uns para os outros, na inocência da festa.
Meia Noite, como todas as histórias têm um desenvolvimento então Meia Noite, 14 de Maio, duas estrelas iguais, em suma eram as mesmas, uma de estrela polar outra de estrela do Norte, o momento muito carinhoso e brincalhão, um sorriso e um olhar fazia-se apaixonar por eles.
Meia Noite de Hoje, o final de uma história como já é habito em contos, aqui estou eu com o quê? Nada é a única conclusão a que chego, mais um texto escrito por alguém que não tem um sentido de vida ou mesmo um aconchego, pensamentos de insónias mal dormidas, aqui deixo a minha teoria porque escrevo, à qual lhe dou o nome de serenidade da Meia Noite, escrevo assim porque sim, porque não sei mais, porque a vida ensinou-me desta maneira, porque a Lua Cheia iluminou-me assim

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