quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Paixão pelo Mar

Mais uma das mil madrugadas
Escrevendo por cada uma delas
O céu limpo gloriando as estrelas
Desejando nelas um amor e paz

Um sonho de viver no meu mar
Acompanhado de uma pessoa
Navegando por todos os portos
Fazendo histórias no mesmo lugar

Ditando em pequenos textos
Que me apaixona e faz amar
Quatro versos, duas estrofes
Sendo a última um engenho
Sextuplo para me explicar
A poesia escrita por um Mar

domingo, 15 de janeiro de 2012

Peace


Olhando pela Janela da carrinha já espreito o Mar, um olhar já de ele hipnotizado petrificado enquanto chamam pelo meu nome, no final da quinta chamada lá desvio a cabeça, e olho para todos eles, a minha família  que escolhi, fazendo uma viagem sem um destino e uma rota, só Nós fazendo maluqueiras por aonde passamos. Chegamos então à praia e vamos tirando as mochilas e desarrumando a carrinha, um pão de forma pintado de maneira exorbitante e extrovertido, lá dentro os acentos foram remodelados para parecer uma sala aonde nos juntávamos durante as noites e depois voltávamos para a praia aonde uma fogueira aquecia-nos enquanto íamos bebendo e dizendo parvoíces, era este um sonho meu, e o sonho de ontem à Noite, um dia vai-se concretizar pois o meu amor pelo simples é muito complexo e talvez único.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dear Magie

Já falamos há 1 semana ó mamí, e lá no fundo, mas bem no fundo és uma rapariga adorável e simpática, e gosto muito de falar contigo

Ps: E agora fui querido o suficiente? :)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Já não fascinas

Não com o intuito de magoar
ou apenas dizer mal de alguém
Tenho já este hábito de escrever
Aquilo que vou pensando

Já não és um ser que fascina
Mudaste tanto e nem reparas
A rapariga que era doce
E um conforto perfeito no peito
Desse teu abraço agora estranho

Não sei se é verdade as histórias
Que vou ouvindo, e que não preciso
Mas já não me fascinas, culpa tua
E um dia espero poder voltar a falar
Posso já não te amar, mas não esqueço
quem foste e quem és agora


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Carta para Ninguém

Dear Nobody

Não tenho adjectivos para dizer o que vai sequer na minha cabeça, não te consigo dizer nada, quero odiar mas  apenas amo, amo alguém às quais as palavras já não significam nada, eu gostava de dizer tudo mas de que vale  isso se não merece o esforço, não posso ter medo de perder algo que não tenho, todas as cicatrizes estão bem à mostra de quem quer ver, não me tratem por pena ou por coitado porque se lutei por alguém foi porque quis, porque o meu coração sempre bateu por essa pessoa, mas como tudo tem um inicio também tem um fim, fim que não criei, nunca errei, sinceramente não mudei, não faço a mínima ideia como é que isto acabou desta maneira, mas desta vez não fiz nada mal, lutei a bem lutar, mas mesmo assim não foi suficiente pedias sempre mais de mim, julgava que apenas querias essa pessoa, mas nunca chegou para ti, agora tratas-me como amigo e não te apercebes que isso mata, mais uma vez estas palavras não terão significado para ti.