Não com o intuito de magoar
ou apenas dizer mal de alguém
Tenho já este hábito de escrever
Aquilo que vou pensando
Já não és um ser que fascina
Mudaste tanto e nem reparas
A rapariga que era doce
E um conforto perfeito no peito
Desse teu abraço agora estranho
Não sei se é verdade as histórias
Que vou ouvindo, e que não preciso
Mas já não me fascinas, culpa tua
E um dia espero poder voltar a falar
Posso já não te amar, mas não esqueço
quem foste e quem és agora

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