O mais difícil mesmo é verem o que nós crescemos, e que afinal a maturidade vem da história de cada um
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Não sei...
Nem sei bem como começar a escrever esta manhã, acordo e simplesmente começo a dar murros na parede, nas portas, pontapés em tudo e dou por mim cheio de dores nas mãos, nos pés, todo o meu corpo doi, quero parar de bater mas não consigo simplesmente é mais forte que eu, já nem controlo o meu corpo, apetece esmurrar para libertar tudo, mas depois de 10 murros olho para o meu braço cravado na porta e vejo umas pulseiras, encosto a cabeça e lágrimas caem como chuva no chão, cada gota leva um grito, uma memória, bem e não consigo escrever mais hoje, não sei o que me espera o dia, cada vez que me levanto tenho a sensação de que melhores dias nunca virão...
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